PUC-PR Saúde - Pontifícia Universidade Católica do Paraná — Prova 2026
Um dos indicadores em obstetrícia, além dos clássicos, como coeficiente de morte materna, mortalidade neonatal precoce, taxa de prematuridade etc., é a classificação de Robson (2001) para cesariana. A partir dessa classificação podem ser empreendidos esforços para a redução delas. O Ministério da Saúde inclusive utiliza Classificação de Risco Epidemiológico (Grupos de Robson) na plataforma integrada de vigilância em saúde. Assim, o controle do número de cesáreas e em que condições são feitas é uma parâmetro de qualidade assistencial em obstetrícia. A classificação de Robson agrupa as gestantes conforme suas características obstétricas. Com relação a esta classificação, qual alternativa é CORRETA quanto aos parâmetros utilizados por ela?
Classificação de Robson → Parâmetros = Paridade, Início do parto, Idade gestacional, Apresentação/Situação, Número de fetos.
A Classificação de Robson é uma ferramenta padronizada para categorizar gestantes e monitorar as taxas de cesariana, permitindo identificar grupos específicos para intervenções e esforços de redução; seus parâmetros essenciais incluem paridade, início do trabalho de parto, idade gestacional, apresentação fetal e número de fetos.
A Classificação de Robson, também conhecida como Classificação dos 10 Grupos de Robson, é uma ferramenta fundamental em obstetrícia para padronizar a categorização de mulheres grávidas e analisar as taxas de cesariana. Desenvolvida por Michael Robson em 2001, ela visa fornecer um sistema universalmente aplicável que permite comparações entre diferentes instituições e países, além de identificar os grupos de gestantes que mais contribuem para o número total de cesarianas. Os parâmetros que compõem a classificação são cruciais para sua aplicação correta. Eles incluem a paridade (se a mulher é primípara ou multípara), o início do trabalho de parto (espontâneo, induzido ou cesariana antes do trabalho de parto), a idade gestacional (a termo ou pré-termo), a apresentação fetal (cefálica, pélvica ou outras) e o número de fetos (feto único ou múltiplos). Compreender esses parâmetros é essencial para a correta alocação das gestantes nos grupos e para a análise subsequente das taxas de cesariana, subsidiando políticas de saúde e intervenções clínicas para otimizar os desfechos maternos e neonatais.
É um sistema de 10 grupos que categoriza gestantes com base em características obstétricas para monitorar e comparar as taxas de cesariana.
Os parâmetros incluem paridade, início do trabalho de parto, idade gestacional, apresentação fetal e número de fetos.
Ela permite identificar os grupos de gestantes que mais contribuem para as taxas de cesariana, auxiliando na implementação de estratégias para sua redução e melhoria da qualidade assistencial.
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