HM São José - Hospital Municipal de São José (SC) — Prova 2023
A classificação de Mallampati foi um dos primeiros exames elaborados com intuito de predizer a dificuldade de intubação orotraqueal. Criada em 1985 e modificada em 1987, a avaliação correlaciona as dimensões da língua com o espaço orofaríngeo. Em uma avaliação pré-operatória se evidenciou ambas as tonsilas, úvula e palato mole totalmente visíveis (figura abaixo). Assinale a classificação correta.
Mallampati I = úvula, pilares amigdalianos e palato mole totalmente visíveis, indicando via aérea mais fácil.
A classificação de Mallampati avalia a visibilidade das estruturas orofaríngeas para predizer a dificuldade de intubação orotraqueal. Mallampati I indica boa visibilidade de úvula, pilares e palato mole, sugerindo uma via aérea mais fácil para a laringoscopia direta.
A classificação de Mallampati é uma ferramenta essencial na avaliação pré-operatória em anestesiologia, utilizada para predizer a dificuldade de intubação orotraqueal. Criada em 1985 e modificada em 1987, ela avalia a visibilidade das estruturas da orofaringe (úvula, pilares amigdalianos e palato mole) com o paciente sentado, boca aberta e língua protruída, mas sem fonação. Os graus da classificação de Mallampati são: Grau I, onde a úvula, os pilares amigdalianos e o palato mole são totalmente visíveis; Grau II, com a úvula e o palato mole visíveis, mas os pilares parcialmente ocultos; Grau III, onde apenas o palato mole é visível; e Grau IV, onde apenas o palato duro é visível. Graus mais altos (III e IV) estão associados a uma maior probabilidade de via aérea difícil e intubação desafiadora. É importante ressaltar que a classificação de Mallampati não é o único preditor de via aérea difícil e deve ser combinada com outros parâmetros, como a distância tireomentoniana, a abertura da boca, a mobilidade cervical e o teste de mordida do lábio superior (Upper Lip Bite Test), para uma avaliação mais abrangente. Para residentes, dominar essa classificação é crucial para a segurança do paciente e o planejamento anestésico adequado.
A classificação de Mallampati possui quatro graus: Grau I (úvula, pilares amigdalianos e palato mole totalmente visíveis), Grau II (úvula e palato mole visíveis, pilares parcialmente ocultos), Grau III (apenas palato mole visível) e Grau IV (apenas palato duro visível).
A classificação de Mallampati correlaciona o tamanho da língua com o espaço orofaríngeo. Graus mais altos (III e IV) indicam menor visibilidade das estruturas da orofaringe, sugerindo uma maior probabilidade de dificuldade na laringoscopia direta e intubação orotraqueal.
Além de Mallampati, outros fatores incluem a distância tireomentoniana, abertura da boca, mobilidade cervical, protrusão da mandíbula, presença de dentes proeminentes, obesidade e histórico de via aérea difícil prévia. A combinação desses fatores oferece uma avaliação mais completa.
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