UNIRV - Universidade de Rio Verde (GO) — Prova 2021
Quanto aos tumores gástricos, não é correto afirmar:
Classificação de Lauren divide adenocarcinomas gástricos em intestinal e difuso, NÃO inclui carcinoma escamoso.
A classificação de Lauren é fundamental para o adenocarcinoma gástrico, dividindo-o em tipos intestinal e difuso, com implicações prognósticas e epidemiológicas distintas. O carcinoma escamoso gástrico é raro e não faz parte dessa classificação principal.
Os tumores gástricos representam um desafio significativo na oncologia, sendo o adenocarcinoma gástrico o tipo histológico mais comum. A epidemiologia varia globalmente, com maior incidência em algumas regiões da Ásia e América do Sul. A compreensão dos fatores de risco, como a infecção por Helicobacter pylori, dieta e genética, é crucial para a prevenção e detecção precoce. A fisiopatologia do câncer gástrico é complexa, envolvendo uma cascata de eventos que podem progredir de gastrite crônica para atrofia, metaplasia intestinal, displasia e, finalmente, adenocarcinoma. A classificação de Lauren é uma ferramenta essencial para a patologia, dividindo o adenocarcinoma em tipos intestinal e difuso, com características morfológicas e prognósticas distintas. O linfoma MALT gástrico, outro tumor importante, está fortemente associado à infecção por H. pylori. O tratamento dos tumores gástricos depende do estágio da doença, podendo incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia e terapias-alvo. O prognóstico é melhor quando a doença é diagnosticada em estágios iniciais. A vigilância de pacientes com condições pré-malignas, como pólipos adenomatosos ou metaplasia intestinal, é fundamental para a detecção precoce.
O Helicobacter pylori é um fator de risco importante para o desenvolvimento de adenocarcinoma gástrico e é a principal causa do linfoma MALT gástrico.
A classificação de Lauren divide o adenocarcinoma gástrico em dois tipos principais: intestinal (mais comum em idosos, associado a fatores ambientais) e difuso (mais agressivo, pior prognóstico, comum em jovens).
Não, a maioria dos pólipos gástricos é benigna (pólipos hiperplásicos). No entanto, os pólipos adenomatosos têm potencial de malignidade e devem ser removidos e avaliados histologicamente.
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