PSU-ES - Processo Seletivo Unificado do Espírito Santo — Prova 2025
Em relação ao câncer gástrico, analise o texto a seguir. Na classificação de Lauren subtipo intestinal é o mais comum no Brasil, acomete principalmente ________________, é um tumor bem ___________ e apresenta disseminação hematogênica e o subtipo difuso ocorre principalmente em _____________, é um tumor pouco diferenciado, tem disseminação linfática e o tipo de pior prognóstico e presença de ______________.A alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas é:
Câncer gástrico: Lauren intestinal → homens idosos, bem diferenciado; Lauren difuso → mulheres jovens, células anel de sinete, pior prognóstico.
A classificação de Lauren divide o câncer gástrico em subtipos intestinal e difuso, com características epidemiológicas, histopatológicas e prognósticas distintas. O tipo intestinal é mais comum em idosos, bem diferenciado e tem disseminação hematogênica, enquanto o difuso afeta mais jovens, é pouco diferenciado, tem disseminação linfática e pior prognóstico, frequentemente com células em anel de sinete.
O câncer gástrico é uma neoplasia maligna com alta incidência e mortalidade global, sendo um desafio diagnóstico e terapêutico. A classificação de Lauren, que divide o adenocarcinoma gástrico em subtipos intestinal e difuso, é fundamental para compreender a epidemiologia, patogênese e prognóstico da doença, auxiliando na estratificação de risco e na tomada de decisões clínicas. O subtipo intestinal, mais comum no Brasil, é frequentemente associado a fatores ambientais como dieta e infecção por H. pylori. Acomete principalmente homens idosos, é um tumor bem diferenciado e tende a se disseminar por via hematogênica. Em contraste, o subtipo difuso é mais prevalente em mulheres jovens, tem menor associação com fatores ambientais, é pouco diferenciado, apresenta disseminação linfática precoce e é caracterizado pela presença de células em anel de sinete, sendo considerado de pior prognóstico. A compreensão dessas diferenças é crucial para residentes, pois impacta diretamente a abordagem diagnóstica e terapêutica. A identificação do subtipo histológico orienta a extensão da investigação, a escolha do tratamento (cirúrgico, quimioterápico) e a avaliação do prognóstico, sendo um conhecimento indispensável para a prática clínica e para exames de residência.
O subtipo intestinal é mais comum em homens idosos, bem diferenciado e associado a fatores ambientais. O subtipo difuso afeta mais mulheres jovens, é pouco diferenciado, tem células em anel de sinete e pior prognóstico.
A presença de células em anel de sinete é uma característica histopatológica do subtipo difuso do câncer gástrico, indicando um tumor mais agressivo e com pior prognóstico.
O subtipo difuso geralmente apresenta um prognóstico pior devido à sua natureza mais agressiva, menor diferenciação e maior tendência à disseminação linfática, em contraste com o subtipo intestinal.
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