ENARE/ENAMED — Prova 2023
Em relação à classificação da insuficiência cardíaca, segundo a American Heart Association (AHA), é correto afirmar que
IC Estágio D (AHA) = IC refratária a tratamento otimizado, necessitando intervenções avançadas.
A classificação da insuficiência cardíaca pela AHA/ACC divide a doença em estágios (A, B, C, D) baseados na presença de fatores de risco, doença cardíaca estrutural e sintomas, independentemente da classe funcional NYHA. O estágio D representa a doença avançada e refratária.
A insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome clínica complexa resultante de qualquer alteração estrutural ou funcional cardíaca que comprometa o enchimento ventricular ou a ejeção de sangue. A classificação da American Heart Association (AHA) e do American College of Cardiology (ACC) em estágios (A, B, C, D) é fundamental para estratificar o risco e guiar o tratamento, sendo um tópico recorrente em provas de residência. Os estágios da IC progridem desde o alto risco (Estágio A), passando pela presença de doença cardíaca estrutural sem sintomas (Estágio B), até a doença estrutural com sintomas atuais ou prévios (Estágio C). O Estágio D representa a forma mais avançada e refratária da doença, caracterizada por sintomas graves que persistem apesar do tratamento clínico otimizado e que exigem intervenções especializadas. Compreender essa classificação é crucial para a prática clínica e para a aprovação em exames. Ela permite identificar pacientes em diferentes fases da doença, implementar estratégias preventivas e terapêuticas adequadas, e prever o prognóstico, otimizando o manejo e melhorando a qualidade de vida dos pacientes com IC.
A AHA/ACC classifica a insuficiência cardíaca em quatro estágios: A (alto risco, sem doença estrutural), B (doença estrutural, assintomática), C (doença estrutural, sintomática) e D (doença refratária).
A classificação AHA/ACC descreve a progressão da doença em estágios (A-D), enquanto a NYHA (I-IV) avalia a limitação funcional atual do paciente. Ambas são complementares no manejo.
O estágio D é para pacientes com insuficiência cardíaca avançada e refratária ao tratamento clínico otimizado, necessitando de intervenções especializadas como transplante ou suporte circulatório mecânico.
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