Grupo OPTY - Rede de Oftalmologia — Prova 2025
De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) de 2016, a pressão arterial de um paciente que apresenta uma pressão sistólica de 155 mmHg e diastólica de 95 mmHg é:
PA 140-159/90-99 mmHg = Hipertensão Estágio 1 (SBC 2016).
A classificação da hipertensão arterial é fundamental para o diagnóstico e manejo. De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão da SBC 2016, valores de pressão sistólica entre 140-159 mmHg ou diastólica entre 90-99 mmHg caracterizam Hipertensão Estágio 1, exigindo intervenção.
A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição crônica multifatorial, caracterizada por níveis elevados e sustentados da pressão arterial. É um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, cerebrovasculares e renais, sendo fundamental seu diagnóstico e manejo precoces. As diretrizes, como a da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) de 2016, fornecem os parâmetros para a classificação e tratamento. A classificação da HAS é baseada nos valores da pressão arterial sistólica (PAS) e diastólica (PAD), sendo essencial para guiar a conduta clínica. A pré-hipertensão (PAS 120-139 mmHg ou PAD 80-89 mmHg) indica um risco aumentado e a necessidade de intervenções no estilo de vida. A Hipertensão Estágio 1 (PAS 140-159 mmHg ou PAD 90-99 mmHg) e Estágio 2 (PAS 160-179 mmHg ou PAD 100-109 mmHg) geralmente requerem tratamento farmacológico, além das mudanças de estilo de vida. O manejo da hipertensão envolve uma abordagem individualizada, considerando o risco cardiovascular global do paciente, a presença de lesão de órgão-alvo e comorbidades. O objetivo é reduzir a pressão arterial para níveis seguros, prevenindo complicações a longo prazo. Residentes devem dominar a classificação e as diretrizes para um tratamento eficaz e seguro dos pacientes hipertensos.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão da SBC 2016, a pré-hipertensão é diagnosticada quando a pressão sistólica está entre 120-139 mmHg e/ou a pressão diastólica entre 80-89 mmHg.
A classificação correta dos estágios da hipertensão é crucial porque direciona a conduta terapêutica, incluindo a necessidade de modificações no estilo de vida e o início da farmacoterapia, além de estratificar o risco cardiovascular do paciente.
Hipertensão Estágio 2 é definida por uma pressão sistólica entre 160-179 mmHg e/ou uma pressão diastólica entre 100-109 mmHg, conforme a Diretriz Brasileira de Hipertensão da SBC 2016.
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