Asma Persistente Grave: Classificação e Tratamento
SGCH - Santa Genoveva Complexo Hospitalar (MG) — Prova 2017
Enunciado
Adolescente, sexo masculino, 11 anos, com diagnóstico de asma. Refere crises de dispneia em intervalos mensais, às vezes a cada 15 dias, necessitando do uso de corticoides na maioria das crises. Procurou várias vezes por serviços de emergência, necessitando inclusive de internação. Queixa-se de tosse e dispneia após andar pequenas distâncias e fazer atividades como subir escadas. Não consegue correr. Apresenta tosse diária persistente e necessita de bronco dilatadores diariamente para alívio dos sintomas. Seu Pico de Fluxo Expiratório (PFE) está 60% abaixo do seu melhor valor de PFE. Como é classificado esse paciente de acordo com a classificação da gravidade da asma? Qual terapêutica deve ser instituída nas crises e para manutenção?
Alternativas
A) Asma persistente moderada. Utilizar teofilina e corticoide por via oral nas crises. Como terapia de manutenção deve ser utilizado corticoide inalatório em altas doses.
B) Asma persistente moderada. Utilizar beta-2 de curta duração por via inalatória e corticoide oral nas crises. Como terapia de manutenção deve ser utilizado corticoide inalatório em altas doses.
C) Asma persistente grave. Utilizar beta-2-agonista de curta duração por via inalatória nas crises e corticoide inalatório em altas doses associado a beta-2-agonista de longa duração como terapia de manutenção.
D) Asma persistente grave. Utilizar beta-2 de longa duração por via inalatória e corticoide por via oral nas crises. Como terapia de manutenção estão indicadas altas doses de corticoide inalatório, beta-2 de curta duração por via inalatória e antileucotrieno por via oral.
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