DPOC GOLD 2013: Estratégia Terapêutica de Manutenção

HDG - Hospital Dilson Godinho (MG) — Prova 2017

Enunciado

Homem, 68 anos, com história de tosse persistente, produtiva. secreção viscosa e escassa, mais intensa pela manhã, de caráter progressivo nos últimos 05 anos, com dispneia aos esforços de caráter progressivo. Atualmente refere falta de ar ao caminhar no próprio passo, tendo que parar para respirar quando caminha distâncias de 100 metros aproximadamente. Negou episódios de piora acentuada do quadro ou necessidade de internação hospitalar nos últimos 12 meses. Ao exame evidenciava-se sibilos expiratórios, sem outras alterações. Ex-tabagista, 25 maços.ano, parou há cerca de 06 anos. Negou dispneia na infância ou antecedentes atópicos. O padrão espirométrico evidenciou relação VEF1/CVF = 58% após o broncodilatador. O VEF1 pós-broncodilatador foi 60% do previsto para a idade e sexo. Em relação ao caso acima, conforme as recomendações do GOLD 2013, assinale a melhor estratégia terapêutica de manutenção, considerando que o paciente foi adequadamente orientado em relação a sua doença, encaminhado para reabilitação pulmonar, orientado quanto ao uso adequado de medicações de resgate e submetido à vacinação recomendada para este grupo:

Alternativas

  1. A) Utilizar corticoides (fluticasona ou budesonida) inalatórios isoladamente.
  2. B) Utilizar a associação de BAAP/corticoides inalatórios.
  3. C) Utilizar a associação de BAAP/corticoides sistêmicos.
  4. D) Utilizar beta-agonistas de ação prolongada (BAAP) inalatórios de ação prolongada isoladamente.
  5. E) Não há indicação para terapia de manutenção, devendo apenas utilizar beta-agonistas de ação curta de resgate.

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