DPOC GOLD D: Classificação e Manejo Inicial Essencial

UFMT/HUJM - Hospital Universitário Júlio Müller - Cuiabá (MT) — Prova 2023

Enunciado

Paciente do sexo masculino, 64 anos, apresenta queixa de dispneia ao caminhar 100 metros e tosse persistente com expectoração em pequena quantidade há 2 anos. Tabagista durante 30 anos, cerca de 2 maços ao dia, parou há 8 anos. No início deste ano, apresentou piora do quadro respiratório, com necessidade de internação hospitalar e uso de antibioticoterapia e corticoide endovenoso. Ao exame: eupneico, emagrecido, normocorado, sinais vitais: FR: 20 irpm, FC: 78 bpm, SO₂: 95% em ar ambiente e em repouso. Ausculta pulmonar com murmúrio vesicular diminuído em ápices e sem ruídos adventícios. Exame de espirometria com VEF1/CVF de 0.60 após o broncodilatador. Qual a classificação da DPOC e a melhor conduta inicial?

Alternativas

  1. A) DPOC GOLD D; tratamento com broncodilatador beta 2 agonista de ação longa associado a corticoide inalatório e azitromicina na dose de 250 mg três vezes por semana.
  2. B) DPOC GOLD B; tratamento com broncodilatador de ação longa associado à medicação de resgaste, suplementação nutricional protéica e oxigenioterapia aos esforços.
  3. C) DPOC GOLD D; tratamento com broncodilatador anticolinérgico de ação longa, fisioterapia com reabilitação e vacinação para influenza, Sars-Cov 2 e pneumocócica.
  4. D) DPOC GOLD B; tratamento com dupla broncodilatação inalatória de ação longa, fisioterapia com reabilitação e uso noturno de ventilação não invasiva com pressão.

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