HMMG - Hospital e Maternidade Municipal de Guarulhos (SP) — Prova 2023
Fraturas do maxilar podem ser classificadas de acordo com a classificação de Le Fort. Sendo assim, um paciente que apresenta disjunção crânio facial recebe classificação:
Fratura Le Fort III = disjunção crânio facial completa, separando o esqueleto facial do crânio.
A classificação de Le Fort descreve padrões de fraturas do terço médio da face. A Le Fort III, ou disjunção crânio facial, separa completamente o esqueleto facial do crânio, passando pelas suturas nasofrontal, frontomaxilar, zigomaticofrontal e zigomaticomaxilar.
As fraturas de Le Fort são um sistema de classificação fundamental para o trauma maxilofacial, descrevendo padrões de fraturas do terço médio da face. São cruciais para a avaliação e manejo de pacientes com lesões faciais complexas, com implicações significativas para a via aérea, visão e função mastigatória. A epidemiologia dessas fraturas está frequentemente associada a acidentes automobilísticos e agressões. A classificação de Le Fort é baseada em linhas de fragilidade óssea. A Le Fort I (fratura de Guérin) é uma fratura horizontal da maxila. A Le Fort II (fratura piramidal) envolve a maxila, ossos nasais e porções do zigoma. A Le Fort III, ou disjunção crânio facial, é a mais extensa, separando o complexo facial do crânio através das suturas nasofrontal, frontomaxilar e zigomaticofrontal, resultando em mobilidade de todo o terço médio da face. O tratamento dessas fraturas é cirúrgico, visando a redução e fixação dos fragmentos ósseos para restaurar a anatomia e função. O prognóstico depende da extensão das lesões associadas, especialmente as intracranianas e oculares. A identificação correta do tipo de fratura de Le Fort é essencial para o planejamento cirúrgico e para prever possíveis complicações.
As fraturas de Le Fort são classificadas em três tipos: Le Fort I (horizontal), Le Fort II (piramidal) e Le Fort III (disjunção crânio facial).
A fratura Le Fort III é a mais grave, indicando separação completa do esqueleto facial do crânio, o que pode estar associado a lesões intracranianas e de base de crânio.
A diferenciação envolve a palpação de mobilidade dos segmentos faciais (maxila, pirâmide nasal, complexo zigomático) e avaliação de sinais como equimose periorbitária e rinorreia de LCR.
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