HVV - Hospital Vaz Monteiro - Lavras (MG) — Prova 2024
A Classificação de Forrest é um índice desenvolvido para a identificação e estratificação do risco de ressangramento de úlceras pépticas hemorrágicas. É realizada através da visualização direta da lesão por meio da Endoscopia Digestiva Alta (EDA). O principal objetivo da sua utilização é, de acordo com os achados endoscópicos, avaliar a gravidade do sangramento gastrointestinal superior decorrente de úlcera gástrica e seu risco de recidiva, e decidir sobre alta ou monitoramento do paciente. Sobre a classificação de Forrest, associe os graus apresentados na coluna 1 com o seu respectivo achado na endoscopia, apresentado na Coluna 2. A associação CORRETA é:
Classificação de Forrest estratifica risco de ressangramento de úlceras pépticas, guiando conduta endoscópica e alta.
A Classificação de Forrest é crucial para avaliar o risco de ressangramento de úlceras pépticas após uma hemorragia digestiva alta. Ela divide os achados endoscópicos em categorias (Forrest I, II, III), cada uma com um risco associado e implicações para o tratamento e acompanhamento do paciente.
A Classificação de Forrest é uma ferramenta prognóstica essencial na gastroenterologia, utilizada para avaliar o risco de ressangramento em pacientes com úlceras pépticas hemorrágicas. Desenvolvida por J.A. Forrest, ela categoriza os achados endoscópicos, permitindo uma tomada de decisão mais assertiva sobre o manejo. Os graus variam de Forrest Ia (sangramento em jato arterial, altíssimo risco) a Forrest III (úlcera com base limpa, baixo risco). A identificação precisa desses estigmas é crucial para determinar a necessidade de terapia endoscópica, como injeção de adrenalina, clipagem ou coagulação térmica, visando a hemostasia e prevenção de novos episódios hemorrágicos. O conhecimento da Classificação de Forrest é indispensável para residentes, pois orienta a conduta imediata, a necessidade de internação, o uso de inibidores de bomba de prótons e o planejamento da alta, impactando diretamente o prognóstico e a segurança do paciente.
A Classificação de Forrest divide os achados em três graus principais: Forrest I (sangramento ativo), Forrest II (estigmas de sangramento recente) e Forrest III (base limpa, sem estigmas).
Ela é fundamental para estratificar o risco de ressangramento, indicando a necessidade de terapia endoscópica (Forrest I e IIa/IIb), monitoramento ou alta hospitalar (Forrest IIc e III).
O risco de ressangramento é maior nos graus Forrest I (sangramento ativo), diminuindo progressivamente para Forrest IIa (vaso visível), IIb (coágulo aderido), IIc (mancha plana) e sendo mínimo em Forrest III (base limpa).
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