SMS João Pessoa - Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa (PB) — Prova 2024
Desde 2011, a Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO) adota um sistema de classificação dos miomas uterinos que leva em consideração a relação do mioma com a superfície serosa e a mucosa uterina. Sobre a classificação da FIGO, é incorreto afirmar que:
FIGO 8 = mioma parasitário; FIGO 7 = subseroso >50% intramural.
A classificação da FIGO para miomas uterinos é crucial para guiar a conduta terapêutica, especialmente em relação à fertilidade e sangramento. É fundamental diferenciar os tipos submucosos (0, 1, 2) dos intramurais (3, 4) e subserosos (5, 6, 7), além dos parasitários (8), pois cada um tem implicações clínicas e cirúrgicas distintas.
A classificação dos miomas uterinos pela Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO), introduzida em 2011, é um sistema padronizado que descreve a localização dos miomas em relação à cavidade endometrial e à superfície serosa. Essa padronização é crucial para a comunicação entre profissionais, pesquisa e, principalmente, para a decisão terapêutica, impactando diretamente a escolha da via cirúrgica e o prognóstico reprodutivo. Entender essa classificação é um pilar para residentes de ginecologia e obstetrícia. Os miomas são tumores benignos do miométrio, extremamente comuns em mulheres em idade reprodutiva. A classificação FIGO detalha os miomas submucosos (tipos 0, 1 e 2, com diferentes graus de projeção na cavidade), intramurais (tipos 3 e 4, completamente dentro da parede uterina, com ou sem contato com o endométrio), e subserosos (tipos 5, 6 e 7, com diferentes graus de projeção para fora do útero). O tipo 8 é reservado para miomas de outras localizações, como os parasitários. A correta identificação do tipo de mioma é vital para o planejamento cirúrgico. Miomas submucosos (0, 1, 2) são frequentemente abordados por histeroscopia, enquanto miomas intramurais e subserosos podem exigir laparoscopia ou laparotomia. A compreensão das nuances de cada tipo permite ao médico prever sintomas como sangramento uterino anormal ou infertilidade e oferecer o tratamento mais eficaz, minimizando riscos e otimizando resultados para a paciente.
A classificação FIGO divide os miomas em 8 tipos principais, baseados na sua relação com o endométrio e a serosa uterina. Os tipos 0, 1 e 2 são submucosos; 3 e 4 são intramurais; 5, 6 e 7 são subserosos; e o tipo 8 é o mioma parasitário.
A classificação FIGO é fundamental para determinar a melhor abordagem terapêutica, especialmente para miomas submucosos que causam sangramento uterino anormal ou infertilidade, e para decidir sobre a via cirúrgica (histeroscópica, laparoscópica ou laparotômica).
Um mioma tipo 7 é um mioma subseroso que possui mais de 50% de sua massa dentro da parede uterina. Já o mioma parasitário (tipo 8) é um mioma que se desprendeu do útero e estabeleceu um novo suprimento sanguíneo com outro órgão ou região abdominal adjacente.
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