IHOA - Instituto e Hospital Oftalmológico de Anápolis (GO) — Prova 2022
Com relação à Fibrilação Atrial (FA), assinale a alternativa correta:
FA: Paroxística (reverte <7d), Persistente (dura >7d, requer intervenção), Permanente (não reverte).
A Fibrilação Atrial é classificada conforme sua duração e capacidade de reversão. A incidência aumenta com a idade, e a necessidade de anticoagulação é determinada por escores de risco como o CHA2DS2-VASc, independentemente do tipo de FA (paroxística, persistente ou permanente).
A Fibrilação Atrial (FA) é a arritmia cardíaca sustentada mais comum, com prevalência crescente devido ao envelhecimento populacional e ao aumento de comorbidades. É um importante fator de risco para acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico, insuficiência cardíaca e mortalidade. A compreensão de seus diferentes tipos e manejo é crucial para a prática clínica. O diagnóstico da FA é feito por eletrocardiograma (ECG), que mostra ausência de ondas P e ritmo ventricular irregularmente irregular. A classificação em paroxística, persistente e permanente orienta a estratégia terapêutica, mas não a decisão de anticoagulação. A fisiopatologia envolve múltiplos fatores, incluindo remodelamento atrial e gatilhos elétricos, frequentemente associados a hipertensão, diabetes, obesidade e doença cardíaca estrutural. O tratamento da FA visa o controle do ritmo ou da frequência cardíaca e, fundamentalmente, a prevenção de eventos tromboembólicos através da anticoagulação oral, guiada pelo escore CHA2DS2-VASc. A escolha do anticoagulante (antagonistas da vitamina K ou anticoagulantes orais diretos) deve ser individualizada, considerando riscos e benefícios. O manejo da FA é complexo e exige uma abordagem multidisciplinar para otimizar os resultados e reduzir a morbimortalidade.
A Fibrilação Atrial é classificada como paroxística (termina espontaneamente ou com intervenção em até 7 dias), persistente (dura mais de 7 dias e requer intervenção para terminar) e permanente (quando a reversão não é mais tentada ou não é bem-sucedida).
Sim, a incidência da Fibrilação Atrial aumenta significativamente com o avanço da idade, sendo mais comum em idosos e em pacientes com comorbidades cardiovasculares.
A anticoagulação é indicada com base no escore de risco CHA2DS2-VASc, que avalia o risco de eventos tromboembólicos. A decisão não depende do tipo de FA (paroxística, persistente ou permanente), mas sim dos fatores de risco do paciente.
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