IHOA - Instituto e Hospital Oftalmológico de Anápolis (GO) — Prova 2017
No sentido de orientar as ações de controle, as doenças infecciosas e parasitárias, no Brasil, vêm sendo classificadas pelo Ministério da Saúde segundo 3 tendências principais: doenças com tendência decrescente, doenças com quadro de persistência e as doenças emergentes e reemergentes. Um exemplo de doença com tendência decrescente é:
Hanseníase → doença infecciosa com tendência decrescente no Brasil, devido a controle e tratamento.
O Ministério da Saúde classifica as doenças infecciosas e parasitárias para orientar as ações de controle. A hanseníase, apesar de ainda presente, tem apresentado uma tendência decrescente de novos casos no Brasil, refletindo os esforços de vigilância e tratamento.
A classificação das doenças infecciosas e parasitárias pelo Ministério da Saúde é uma ferramenta crucial para a vigilância epidemiológica e a formulação de políticas de saúde pública no Brasil. Essa categorização em doenças com tendência decrescente, com quadro de persistência, e emergentes/reemergentes permite uma alocação mais eficiente de recursos e a implementação de estratégias de controle específicas para cada cenário epidemiológico. A hanseníase, uma doença crônica causada pelo Mycobacterium leprae, é um exemplo notável de doença com tendência decrescente no país. Graças aos avanços no diagnóstico e, principalmente, à implementação do tratamento politerápico (MDT) gratuito e universal pelo SUS, a carga da doença tem diminuído significativamente ao longo das últimas décadas, embora ainda represente um desafio em algumas regiões. Para residentes, é vital compreender o perfil epidemiológico das principais doenças infecciosas no Brasil. O conhecimento sobre quais doenças estão em declínio, quais persistem como problemas de saúde pública e quais representam novas ameaças (emergentes/reemergentes) é essencial para a prática clínica e para a participação em programas de saúde coletiva, permitindo uma atuação mais assertiva na prevenção, diagnóstico e tratamento.
O Ministério da Saúde classifica as doenças infecciosas e parasitárias em três tendências principais: decrescentes, com quadro de persistência, e emergentes/reemergentes, para orientar as ações de controle e vigilância epidemiológica.
A tendência decrescente da hanseníase é atribuída principalmente à detecção precoce de casos, ao tratamento politerápico eficaz e à vigilância epidemiológica contínua, que interrompem a cadeia de transmissão e reduzem a prevalência.
Exemplos de doenças emergentes e reemergentes incluem Dengue, Zika, Chikungunya, Febre Amarela (em áreas não endêmicas) e Cólera, que podem apresentar surtos ou aumento de incidência devido a fatores ambientais, sociais ou biológicos.
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