Asma Não Controlada: Classificação e Escalonamento Terapêutico

UFU/HC - Hospital de Clínicas de Uberlândia (MG) — Prova 2016

Enunciado

Letícia, 10 anos, portador de asma brônquica e rinite alérgica, em uso de corticoide inalatório em baixa dose há quatro meses, comparece a consulta de acompanhamento. Relata que vem apresentando tosse seca em crise e sensação de aperto no peito pela manhã ao acordar, necessitando usar Salbutamol inalatório, pelo menos três vezes por semana e tosse seca ao jogar handebol. Nega despertares noturnos com sintomas. Qual a classificação de controle da asma desse paciente e qual a melhor opção quanto à conduta terapêutica?

Alternativas

  1. A) Asma parcialmente controlada. Suspender o corticóide inalatório e reavaliar em um mês.
  2. B) Asma parcialmente controlada. Manter corticóide inalatório na mesma dose e reavaliar em três meses.
  3. C) Asma parcialmente controlada. Aumentar a dose do corticóide inalatório ou associar beta 2 agonista de longa ação e reavaliar em um mês.
  4. D) Asma não controlada. Manter a dose atual de corticóide inalatório e reavaliar em um mês.
  5. E) Asma não controlada. Aumentar a dose do corticóide inalatório ou associar o beta 2 agonista de longa ação e reavaliar em um mês.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo