Asma Não Controlada em Escolar: Manejo e Tratamento

UEPA Revalida - Universidade do Estado do Pará — Prova 2023

Enunciado

Escolar, asmático, de oito anos foi levado ao pediatra do posto de saúde por apresentar crises de sibilância, tosse, aperto no peito a cada 30 dias, nos últimos seis meses. Neste período, mesmo quando está fora da crise aguda, mãe observa que ele tem despertares noturnos, por tosse, mais de quatro vezes por semana. Além disto, tem cansaço mais fácil quando corre e ri, necessitando usar medicação de resgate (salbutamol inalatório), pelo menos três vezes na semana. De acordo com a Diretriz Brasileira do Manejo da Asma (2012), o pediatra deve propor o seguinte tratamento profilático, baseado no respectivo nível de controle:

Alternativas

  1. A) iniciar corticóide sistêmico (Prednisolona 1mg/kg/dia) de maneira contínua, por se tratar de Asma Não Controlada.
  2. B) iniciar beta-2 agonista inalatório de ação prolongada (Formoterol) + corticóide inalatório (Fluticasona) em dose baixa, por se tratar de Asma Parcialmente Controlada.
  3. C) iniciar corticóide inalatório (Budesonida) em dose alta, por se tratar de Asma Não Controlada.
  4. D) iniciar beta-2 agonista inalatório de ação prolongada (Formoterol) isoladamente, por se tratar de Asma Não Controlada.
  5. E) iniciar anticorpo monoclonal anti-IgE (Omalizumabe), por se tratar de Asma Não Controlada.

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