FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2025
A classificação para a asma em um paciente que apresenta sintomas diurnos mais de duas vezes por semana, mas menos de uma vez por dia, e desperta à noite com sintomas mais de duas vezes por mês é:
Asma persistente leve: sintomas diurnos > 2x/sem mas < 1x/dia E despertar noturno > 2x/mês.
A classificação da asma é crucial para guiar o tratamento e é baseada na frequência dos sintomas diurnos, despertares noturnos, uso de beta-2 agonista de curta ação e impacto nas atividades. Os critérios apresentados na questão se encaixam na asma persistente leve.
A asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas, caracterizada por hiperresponsividade brônquica e obstrução variável do fluxo aéreo, reversível espontaneamente ou com tratamento. É uma das doenças crônicas mais comuns, afetando milhões de pessoas globalmente, e sua correta classificação é crucial para o manejo adequado e para a prevenção de exacerbações graves. A classificação da asma, conforme diretrizes como a GINA (Global Initiative for Asthma), baseia-se na avaliação da gravidade dos sintomas e do nível de controle. Os principais parâmetros incluem a frequência de sintomas diurnos, a ocorrência de despertares noturnos, a necessidade de uso de medicação de alívio e o impacto nas atividades diárias. Essa avaliação permite estratificar o paciente em asma intermitente, persistente leve, persistente moderada ou persistente grave. A correta classificação da asma é o ponto de partida para a escolha do tratamento farmacológico, que geralmente envolve corticosteroides inalatórios e broncodilatadores. Um manejo adequado visa o controle dos sintomas, a manutenção da função pulmonar e a redução do risco de exacerbações, melhorando significativamente a qualidade de vida do paciente.
A asma é classificada com base na frequência dos sintomas diurnos, despertares noturnos, uso de beta-2 agonista de curta ação para alívio e a presença de limitações nas atividades.
A asma intermitente tem sintomas diurnos < 2x/semana e despertares noturnos < 2x/mês, enquanto a persistente leve tem sintomas diurnos > 2x/semana mas não diários e despertares noturnos > 2x/mês.
A classificação da asma é fundamental para determinar o degrau terapêutico inicial e ajustar o tratamento, visando o controle dos sintomas e a prevenção de exacerbações.
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