SMS-RJ - Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro — Prova 2024
Uma diminuição nas taxas de fluxo de ar em toda a capacidade vital é o problema pulmonar cardinal na asma. O pico expiratório da taxa de fluxo (PEFR), o volume expiratório forçado no primeiro segundo (FEV1) estão todos diminuídos. Na asma considerada de moderada intensidade, valores preditivos (%) para PEFR e FEV1 encontrados são, respectivamente:
Asma moderada → PEFR > 60% e FEV1 45-70% do previsto.
A classificação da asma por gravidade é essencial para o manejo. Valores de PEFR e FEV1 são parâmetros espirométricos chave para monitorar a função pulmonar e guiar a terapia, refletindo a obstrução das vias aéreas.
A asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas que afeta milhões de pessoas globalmente, caracterizada por hiperresponsividade brônquica e obstrução reversível do fluxo aéreo. Sua prevalência é significativa, sendo uma das doenças crônicas mais comuns na infância e adolescência, com impacto substancial na qualidade de vida e nos custos de saúde. A fisiopatologia envolve inflamação eosinofílica, remodelamento das vias aéreas e broncoespasmo. O diagnóstico é clínico e confirmado por testes de função pulmonar, como a espirometria, que mede o Volume Expiratório Forçado no primeiro segundo (FEV1) e o Pico Expiratório de Fluxo (PEFR). A diminuição desses valores é um sinal cardinal da obstrução. O tratamento da asma é escalonado e visa controlar os sintomas e prevenir exacerbações. A monitorização regular do PEFR e FEV1 é crucial para ajustar a terapia, que inclui broncodilatadores de curta e longa ação, e corticosteroides inalatórios. A educação do paciente sobre o uso correto da medicação e o plano de ação é fundamental para o sucesso do manejo.
Os principais parâmetros são o Volume Expiratório Forçado no primeiro segundo (FEV1) e o Pico Expiratório de Fluxo (PEFR), que medem a capacidade de expirar ar rapidamente e a presença de obstrução das vias aéreas.
A espirometria quantifica a obstrução das vias aéreas, e os valores percentuais do FEV1 e PEFR em relação ao previsto são usados para classificar a asma em intermitente, leve, moderada ou grave, orientando o tratamento.
O PEFR é útil para a monitorização diária da função pulmonar em casa, permitindo que o paciente e o médico identifiquem pioras antes do surgimento de sintomas graves e ajustem o tratamento de forma proativa.
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