UNCISAL - Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas — Prova 2022
Segundo a classificação de estratificação de risco da Sociedade Americana de Anestesiologia (ASA), o paciente classe 5 é aquele:
ASA 5 = paciente maribundo, expectativa de vida < 24h, cirurgia para salvar a vida.
A classificação ASA 5 indica um paciente moribundo, que não sobreviveria sem a cirurgia, e que se espera que morra nas próximas 24 horas com ou sem intervenção. É o nível mais grave antes da morte cerebral (ASA 6).
A classificação do estado físico da Sociedade Americana de Anestesiologistas (ASA) é um sistema amplamente utilizado para avaliar o risco pré-operatório de um paciente. Ela categoriza os pacientes em seis classes, de acordo com a gravidade de suas condições médicas subjacentes, e é um preditor importante de morbidade e mortalidade perioperatória. A classe ASA 5 é atribuída a um paciente "moribundo que não se espera que sobreviva sem a operação". Este paciente está em risco iminente de morte, com uma expectativa de vida inferior a 24 horas, independentemente da intervenção cirúrgica. A cirurgia, neste contexto, é uma tentativa desesperada de salvar a vida, como no caso de uma ruptura de aneurisma de aorta abdominal com choque hemorrágico. Compreender a classificação ASA é fundamental para todos os profissionais de saúde envolvidos no cuidado perioperatório, pois ela orienta a tomada de decisões sobre o tipo de anestesia, o monitoramento necessário e a alocação de recursos. A correta estratificação de risco permite uma comunicação eficaz com o paciente e seus familiares sobre os prognósticos e riscos envolvidos.
Um paciente ASA 5 é considerado moribundo, com expectativa de vida inferior a 24 horas, que não sobreviveria sem a cirurgia. A cirurgia é realizada como uma medida de salvamento.
As classes variam de ASA 1 (paciente saudável) a ASA 6 (paciente com morte cerebral, doador de órgãos). ASA 2 (doença sistêmica leve), ASA 3 (doença sistêmica grave, não incapacitante), ASA 4 (doença sistêmica grave, com risco de vida).
A classificação ASA é crucial para a avaliação pré-operatória, auxiliando na estimativa do risco anestésico e cirúrgico, na comunicação entre a equipe e no planejamento do manejo perioperatório.
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