Trauma Hepático: Classificação AAST e Manejo Inicial
UFSC/HU - Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani de São Thiago (SC) — Prova 2020
Enunciado
Uma ambulância do SAMU chega à emergência com uma paciente feminina, 33 anos, vítima de acidente de carro, com cinemática do trauma de alta energia. Foi relatado que a paciente encontrava-se consciente, referindo dor abdominal, apresentava taquicardia e hipotensão leves. Foi realizada reposição de volume com Ringer lactado e estabilizada a condição hemodinâmica da paciente. Assinale a alternativa correta em relação ao caso 1.
Alternativas
A) É rara a associação do trauma pancreático ao trauma de duodeno.
B) A laparoscopia nunca está indicada no trauma abdominal, devendo ser realizada a laparotomia.
C) O achado de hematoma em zona 1 retroperitonial em laparotomia não deve ser explorado devido ao risco de desbloquear um sangramento.
D) Tomografia abdominal com ruptura parenquimatosa acometendo 25 a 75 % do lobo hepático ou 1 a 3 segmentos de Couinaud caracteriza injúria de grau IV da classificação de AAST (American Association Surgery Trauma).
E) Tomografia abdominal com hematoma subcapsular maior que 50% da superfície com expansão de área e laceração maior que 3 cm de profundidade do parênquima ou envolvendo vasos trabeculares caracteriza grau II da classificação da AAST de lesão esplênica.
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