HAC - Hospital Angelina Caron (PR) — Prova 2023
Sobre o clampeamento do cordão umbilical, seguindo as novas recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria publicadas em 2022, é correto afirmar que: (Reanimação do recém-nascido < 34 semanas em sala de parto – SBP – Programa de Reanimação Neonatal, 2022.)
Prematuro < 34 semanas com boa vitalidade → clampeamento tardio do cordão umbilical (≥ 30 segundos).
As diretrizes atuais da SBP (2022) recomendam o clampeamento tardio do cordão umbilical (30 segundos ou mais) para recém-nascidos pré-termo com menos de 34 semanas de idade gestacional que nascem com boa vitalidade. Essa prática melhora os resultados neonatais, como menor necessidade de transfusão e menor incidência de hemorragia intraventricular.
O clampeamento do cordão umbilical é um procedimento rotineiro no parto, mas o momento de sua realização tem implicações significativas, especialmente para recém-nascidos pré-termo. As diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) para reanimação neonatal, atualizadas em 2022, enfatizam a importância do clampeamento tardio do cordão umbilical em prematuros com boa vitalidade. Para recém-nascidos pré-termo com idade gestacional inferior a 34 semanas que nascem com boa vitalidade (respirando ou chorando, com bom tônus), a recomendação é esperar 30 segundos ou mais antes de clampear o cordão. Essa prática, conhecida como clampeamento tardio, permite uma transfusão placentária de sangue, que aumenta o volume sanguíneo do bebê, melhora os níveis de hemoglobina e reduz a necessidade de transfusões. Além disso, estudos demonstram que o clampeamento tardio está associado a uma menor incidência de hemorragia intraventricular e enterocolite necrosante em prematuros. Por outro lado, em recém-nascidos que não apresentam boa vitalidade ao nascer e necessitam de reanimação imediata, o clampeamento do cordão deve ser feito prontamente para permitir o início das manobras de reanimação. A ordenha do cordão umbilical, embora tenha sido estudada, não é atualmente uma recomendação padrão para prematuros em mal estado geral, e o foco principal é a estabilização e reanimação do bebê. O conhecimento dessas diretrizes é crucial para a prática clínica e para a segurança do recém-nascido.
Para recém-nascidos pré-termo com menos de 34 semanas de idade gestacional e boa vitalidade, as diretrizes da SBP de 2022 recomendam o clampeamento tardio do cordão umbilical, esperando 30 segundos ou mais após o nascimento.
O clampeamento tardio permite a passagem de um volume significativo de sangue placentário para o recém-nascido, resultando em menor necessidade de transfusões sanguíneas, menor incidência de anemia e menor risco de hemorragia intraventricular e enterocolite necrosante.
O clampeamento imediato do cordão é indicado em situações de emergência que requerem reanimação imediata do recém-nascido, como asfixia grave, ou em casos de descolamento prematuro de placenta, placenta prévia sangrante ou outras condições maternas que exijam intervenção urgente.
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