IAMSPE/HSPE - Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público - Hospital do Servidor (SP) — Prova 2020
De acordo com as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria, ao nascimento de um recém-nascido (RN) com idade gestacional acima de 34 semanas, alguns parâmetros devem ser avaliados para decidir pelo clampeamento tardio do cordão umbilical. É necessário, por exemplo, que a placenta esteja com a circulação preservada, sem descolamento prematuro de placenta, placenta prévia ou rotura ou prolapso ou nó verdadeiro de cordão. Além disso, também deve ser avaliado:
Clampeamento tardio em RN >34s: RN respirando/chorando E tônus em flexão, além de placenta íntegra.
O clampeamento tardio do cordão umbilical é uma prática recomendada para recém-nascidos a termo e pré-termo tardios (>34 semanas) que apresentem boa vitalidade ao nascimento, ou seja, que estejam respirando ou chorando e com bom tônus muscular. Essa conduta permite a transfusão placentária de sangue, aumentando as reservas de ferro e reduzindo a necessidade de transfusões.
O clampeamento tardio do cordão umbilical é uma prática baseada em evidências que visa otimizar a transição neonatal e melhorar os resultados de saúde a longo prazo para o recém-nascido. As diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e outras organizações internacionais recomendam essa conduta para recém-nascidos a termo e pré-termo tardios (>34 semanas) que nascem com boa vitalidade, ou seja, que estão respirando ou chorando e com bom tônus muscular. Essa prática permite que o sangue continue fluindo da placenta para o bebê por um período maior, geralmente entre 30 segundos e 3 minutos. Os benefícios do clampeamento tardio incluem o aumento do volume sanguíneo do recém-nascido, o que pode reduzir a incidência de anemia por deficiência de ferro nos primeiros meses de vida e diminuir a necessidade de transfusões sanguíneas em prematuros. Além disso, há evidências de que pode haver um melhor desenvolvimento neurocomportamental em crianças que tiveram o cordão clampeado tardiamente. É crucial que a decisão seja tomada rapidamente na sala de parto, avaliando a condição do bebê e da placenta. Para a prova de residência, é fundamental memorizar os critérios específicos de elegibilidade e as contraindicações. A questão aborda os sinais de vitalidade do RN, que são "respirando ou chorando" e "tônus em flexão", em conjunto com a integridade da circulação placentária. Entender o "porquê" desses critérios ajuda a fixar o conhecimento e aplicá-lo na prática clínica, garantindo a melhor assistência ao recém-nascido.
Os principais critérios incluem idade gestacional >34 semanas, placenta com circulação preservada (sem descolamento, placenta prévia, etc.), e o recém-nascido estar respirando ou chorando e apresentando tônus em flexão.
O clampeamento tardio permite a transfusão placentária de sangue, o que aumenta as reservas de ferro do bebê, melhora o volume sanguíneo e reduz o risco de anemia e necessidade de transfusões, especialmente em prematuros.
As contraindicações incluem descolamento prematuro de placenta, placenta prévia, rotura ou prolapso de cordão, nó verdadeiro de cordão, e qualquer situação em que o recém-nascido necessite de reanimação imediata.
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