HSL/Sírio - Hospital Sírio-Libanês (DF) — Prova 2025
A clamídia é o principal agente etiológico associado à cervicite neste caso.
Chlamydia trachomatis é o principal agente etiológico da cervicite mucopurulenta.
A Chlamydia trachomatis é a causa bacteriana mais comum de cervicite, especialmente em mulheres jovens e sexualmente ativas. A infecção pode ser assintomática ou apresentar sintomas inespecíficos, como sangramento pós-coito, corrimento vaginal e dor pélvica, tornando o rastreamento e o tratamento essenciais para prevenir complicações.
A cervicite é uma inflamação do colo uterino, frequentemente causada por infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Entre os agentes etiológicos bacterianos, a Chlamydia trachomatis destaca-se como o mais prevalente, especialmente em populações jovens e sexualmente ativas, sendo responsável por uma parcela significativa dos casos de cervicite mucopurulenta. A fisiopatologia da infecção por clamídia envolve a invasão e replicação intracelular do microrganismo nas células epiteliais colunares do endocérvice. A infecção pode ser assintomática por longos períodos, o que contribui para sua disseminação e para o desenvolvimento de complicações a longo prazo. O diagnóstico precoce é crucial para evitar sequelas. O tratamento da cervicite por clamídia é realizado com antibióticos, como azitromicina ou doxiciclina. A importância clínica reside na prevenção de complicações graves como a doença inflamatória pélvica (DIP), que pode levar à infertilidade e gravidez ectópica. O rastreamento regular em grupos de risco e o tratamento dos parceiros sexuais são medidas fundamentais de saúde pública.
A cervicite por clamídia é frequentemente assintomática. Quando presentes, os sintomas podem incluir corrimento vaginal mucopurulento, sangramento intermenstrual ou pós-coito, disúria e dor pélvica.
O diagnóstico é feito através de testes de amplificação de ácidos nucleicos (NAATs) em amostras de swab endocervical, vaginal ou urina. O exame especular pode revelar ectopia cervical e secreção mucopurulenta.
A cervicite não tratada pode levar a doença inflamatória pélvica (DIP), infertilidade tubária, gravidez ectópica e dor pélvica crônica. Em gestantes, pode causar parto prematuro e infecção neonatal.
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