HOA - Hospital de Olhos de Aparecida de Goiânia (GO) — Prova 2021
Paciente feminina, 50 anos, com queixa de dor pélvica há 6 meses, progressiva, insidiosa, associada a aumento de volume abdominal, mais notado nas últimas 3 semanas. Nega sintomas urinários. Menarca aos 13 anos, climatério aos 47 anos. Fez uso de anticoncepcional oral dos 20 aos 42 anos. Sem filhos. Nega tabagismo. Realizou ecografia de pelve que evidenciou lesão expansiva cística, de conteúdo heterogêneo, apresentando numerosas formações ovaladas em seu interior, hiperecoicas à ultrassonografia e móveis à mudança de decúbito da paciente. Na ressonância magnética, essas formações ovaladas apresentavam sinal intermediário em T1 e T2, sem evidência de perda do sinal nas sequências com saturação de gordura ou de queda do sinal na sequência T1 gradiente. A principal hipótese diagnóstica é:
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