Cisto de Colédoco Tipo I: Diagnóstico e Tratamento Cirúrgico
UFMA/HU-UFMA - Hospital Universitário da UFMA (MA) — Prova 2018
Enunciado
Paciente do sexo feminino com 19 anos de idade, com história de dor em hipocôndrio direito, colúria, icterícia e massa palpável. Submetida à tomografia computadorizada do abdome que sugeriu a presença de uma lesão cística de vias biliares. Realizou uma colangiorressonância que evidenciou uma dilatação de via biliar extra-hepática com aspecto fusiforme, diâmetro transverso de 10 cm, litíase vesicular, porém sem coledocolitíase e sem alterações das vias biliares intra-hepáticas. Em relação ao caso descrito e ao manejo das neoplasias císticas das vias biliares, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
A) Trata-se de um típico caso da Doença de Caroli, na qual o tratamento envolve a realização da colecistectomia videolaparoscópica e papiloesficterotomia endoscópica.
B) Trata-se de um provável caso de dilatação cística das vias biliares tipo I pela classificação de Todani, cujo tratamento envolve a realização de uma colecistectomia, ressecção do colédoco e derivação bileodigestiva em “Y” de Roux.
C) A dilatação cística das vias biliares é considerada como fator de risco para neoplasias da árvore biliar apenas nas porções dilatadas intra e/ou extra-hepáticas.
D) Recomenda-se apenas a realização da colecistectomia e acompanhamento anual por imagem (colangiorressonância) devido ao risco de colangiocarcinoma associado a tais lesões.
E) Recomenda-se a realização da colecistectomia videolaparoscópica com coledocoduodenostomia para minimizar o risco de colangite de repetição.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.