Hospital Unimed-Rio (RJ) — Prova 2023
As cirurgias ditas oncológicas visam a extirpação de todo tumor neoplásico, com o intento de cura da doença cancerosa. Sendo assim, consideramos uma cirurgia oncológica bem-sucedida quando:
Cirurgia oncológica bem-sucedida = ressecção R0 (margens livres de doença microscópica).
O sucesso de uma cirurgia oncológica é determinado pela radicalidade da ressecção. Uma ressecção R0 significa que não há evidência macroscópica ou microscópica de doença residual nas margens cirúrgicas, sendo o objetivo primário para a cura. Ressecções R1 (doença microscópica residual) e R2 (doença macroscópica residual) indicam um prognóstico pior e geralmente requerem terapias adjuvantes.
A cirurgia oncológica desempenha um papel central no tratamento curativo de muitos tipos de câncer. O objetivo primordial é a extirpação completa do tumor, com margens de segurança adequadas, visando a cura da doença. A avaliação do sucesso cirúrgico é feita principalmente pela análise histopatológica das margens de ressecção. Uma cirurgia oncológica é considerada bem-sucedida, no contexto de cura, quando se atinge uma ressecção R0. Isso significa que não há evidência de tumor residual, seja macroscópica ou microscopicamente, nas margens cirúrgicas. A obtenção de margens livres é o fator prognóstico mais importante para a recorrência local e a sobrevida global em muitos cânceres. Em contraste, uma ressecção R1 indica a presença de doença microscópica residual nas margens, enquanto uma ressecção R2 significa que há doença macroscópica residual. Ambas as situações comprometem o prognóstico e frequentemente exigem terapias adjuvantes (quimioterapia, radioterapia) para tentar erradicar a doença residual. Para residentes, é vital compreender que a radicalidade da ressecção, definida pela ausência de doença nas margens, é o pilar do tratamento cirúrgico curativo em oncologia.
Uma ressecção R0 significa que não há evidência de doença tumoral residual, nem macroscópica nem microscopicamente, nas margens cirúrgicas após a remoção do tumor. É o objetivo ideal de toda cirurgia oncológica curativa.
A ressecção R1 indica que há doença tumoral microscópica residual nas margens cirúrgicas, enquanto a ressecção R2 significa que há doença tumoral macroscópica residual visível após a cirurgia. Ambas implicam em um prognóstico pior do que a R0.
As margens cirúrgicas são cruciais porque a presença de células tumorais nas margens (R1 ou R2) indica que a doença não foi completamente removida, aumentando o risco de recidiva local e piorando o prognóstico do paciente, muitas vezes exigindo terapias adjuvantes.
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