Cirurgia de Controle de Danos e Ressuscitação Hemostática

Faculdade de Medicina Nova Esperança — Prova 2026

Enunciado

Paciente de 27 anos, dirigindo embriagado, foi vítima de colisão frontal com outro automóvel, dando entrada na emergência com sinais de choque hipovolêmico. Submetido à laparotomia exploradora, sendo reanimado com massiva reposição de fluidos, evoluindo com síndrome compartimental abdominal. Neste cenário, todos os itens abaixo são componentes que devem fazer parte da cirurgia de controle de danos (ressuscitação hemostática), exceto:

Alternativas

  1. A) Controle rápido do sangramento com a mais alta prioridade.
  2. B) Uso da hipotensão permissiva até o controle cirúrgico definitivo, pois isso minimiza o uso de fluidos acelulares, bem como a potencial interrupção da formação natural de coágulos.
  3. C) Uso inicialmente de solução salina hipertônica a 5%, para reduzir o volume total de cristaloides necessário.
  4. D) Uso tardiamente de hemoderivados (hemácias, plaquetas, crioprecipitado), minimizando a resposta inflamatória sistêmica e a disfunção neutrofílica.
  5. E) Uso ponderado de medicamentos para tratar a coagulopatia (como concentrado de complexo de protrombínico ou ácido tranexâmico) para parar o sangramento e reduzir a coagulopatia.

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