UEPA - Universidade do Estado do Pará - Belém — Prova 2020
As indicações para cirurgia bariátrica estão bem definidas, mas o índice de massa corporal (IMC) ainda é o fator preponderante. Dos itens abaixo, o que se encaixa com a indicação vigente é:
Indicação cirurgia bariátrica: IMC > 40 kg/m² OU IMC > 35 kg/m² com comorbidades graves.
As indicações para cirurgia bariátrica são bem estabelecidas e incluem pacientes com IMC > 40 kg/m² ou pacientes com IMC > 35 kg/m² que apresentam comorbidades graves e agravadas pela obesidade, como diabetes tipo II, hipertensão arterial, apneia do sono, artropatias e hérnia de disco.
A obesidade é uma doença crônica e multifatorial com crescente prevalência global, associada a uma série de comorbidades que impactam significativamente a saúde e a qualidade de vida. A cirurgia bariátrica e metabólica é considerada o tratamento mais eficaz e duradouro para a obesidade grave e suas comorbidades, especialmente quando outras abordagens falham. As indicações para cirurgia bariátrica são bem estabelecidas por consensos nacionais e internacionais. Os critérios principais incluem: pacientes com Índice de Massa Corporal (IMC) ≥ 40 kg/m² (obesidade mórbida) ou pacientes com IMC ≥ 35 kg/m² (obesidade grave) que apresentam comorbidades graves e agravadas pela obesidade. Essas comorbidades podem incluir diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial sistêmica, apneia obstrutiva do sono, dislipidemia, doenças cardiovasculares, artropatias degenerativas, hérnia de disco, entre outras. Além dos critérios de IMC e comorbidades, é fundamental que o paciente tenha tentado, sem sucesso, tratamentos clínicos para perda de peso por pelo menos dois anos, tenha ausência de contraindicações clínicas ou psiquiátricas para o procedimento e compreenda os riscos e benefícios da cirurgia, comprometendo-se com o acompanhamento pós-operatório. A decisão pela cirurgia é multidisciplinar e individualizada.
Os principais critérios são IMC > 40 kg/m² ou IMC > 35 kg/m² na presença de comorbidades graves e agravadas pela obesidade.
Comorbidades como diabetes tipo II, hipertensão arterial, apneia do sono, dislipidemia, doenças cardiovasculares, artropatias e hérnia de disco são exemplos que justificam a cirurgia nesse grupo de IMC.
Tradicionalmente, não. No entanto, diretrizes mais recentes podem considerar a cirurgia para pacientes com IMC entre 30 e 35 kg/m² com diabetes tipo 2 de difícil controle, mas isso ainda é um tópico de debate e critérios mais restritos.
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