CHN - Complexo Hospitalar de Niterói (RJ) — Prova 2021
Uma cicatriz hipertrófica se caracteriza por:
Cicatriz hipertrófica → elevação dentro dos limites da lesão original, pode ser prevenida com técnica cirúrgica e tratamento tópico.
Cicatrizes hipertróficas são elevações da pele que permanecem dentro dos limites da lesão original, diferentemente dos queloides que os ultrapassam. Sua formação pode ser minimizada com boa técnica cirúrgica, como tensão mínima e eversão das bordas, e uso de terapias tópicas como fitas de silicone.
Cicatrizes hipertróficas são uma resposta exagerada do processo de cicatrização, resultando em uma elevação da pele que se mantém restrita aos limites da lesão original. Elas são mais comuns em áreas de tensão da pele e podem ser pruriginosas ou dolorosas. A compreensão de suas características é fundamental para o diagnóstico diferencial com queloides e para a escolha da abordagem terapêutica e preventiva. A fisiopatologia envolve uma produção excessiva de colágeno e uma degradação deficiente, levando ao acúmulo de tecido cicatricial. Diferentemente dos queloides, as cicatrizes hipertróficas tendem a amadurecer e regredir parcialmente ao longo do tempo. O diagnóstico é clínico, baseado na aparência e história da lesão, e a biópsia raramente é necessária. A prevenção é um pilar importante no manejo das cicatrizes hipertróficas, incluindo uma técnica cirúrgica impecável, minimização da tensão na ferida e uso de terapias tópicas como fitas de silicone ou corticoides. O tratamento pode envolver injeções intralesionais de corticoides, laserterapia e, em casos refratários, excisão cirúrgica seguida de terapias adjuvantes para evitar a recorrência.
A cicatriz hipertrófica é uma elevação da pele que permanece dentro dos limites da lesão original, geralmente surgindo semanas após a lesão. O queloide, por outro lado, se estende além dos limites da lesão original, invadindo o tecido adjacente, e não regride espontaneamente.
Fatores como tensão excessiva na ferida, infecção, localização anatômica (ombros, tórax, articulações), idade jovem, etnia (pele mais escura) e tempo de cicatrização prolongado podem aumentar o risco de cicatrizes hipertróficas.
Uma técnica cirúrgica cuidadosa, com incisões em linhas de força da pele, hemostasia rigorosa, manuseio delicado dos tecidos, fechamento sem tensão e eversão das bordas, minimiza o risco de formação de cicatrizes hipertróficas.
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