Choque Séptico Refratário: Diagnóstico e Manejo com Corticoide

PSU PRMMT - Processo Seletivo Unificado de Residência Médica do MT — Prova 2025

Enunciado

Homem, 58 anos, diabético, obeso e com osteoartrose debilitante nos joelhos, foi internado na UTI por infecção grave de pele e partes moles no membro superior esquerdo. Apresentou febre (39,3ºC), taquidispneia (28 irpm), taquicardia (120 bpm), PA de 65x55 mmHg, tempo de enchimento capilar >5s, obnubilação, acidose metabólica, lactato elevado e Pa02/FiO2 <300. Após intubação orotraqueal, reposição volêmica vigorosa e início de vancomicina, meropenem e clindamicina, evoluiu com piora hemodinâmica, necessitando noradrenalina e dobutamina. Apesar das intervenções, o tempo de enchimento capilar seguiu lentificado, o lactato aumentou, e a hipotensão persistiu. Qual é o diagnóstico final e a terapêutica correta neste momento?

Alternativas

  1. A) Choque cardiogênico, punção pericárdica
  2. B) Sepse, ampliar esquema antimicrobiano
  3. C) Choque por sequestro, reposição com coloides
  4. D) Choque séptico refratário, corticoide

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