Choque Séptico Pediátrico: Manejo do Choque Descompensado

USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2017

Enunciado

Paciente com 1 ano de idade apresenta história de tosse produtiva e febre há 5 dias. A mãe leva o paciente para o pronto atendimento relatando apatia e piora do esforço respiratório há 1 dia, não conseguindo se alimentar direito nem ingerir líquidos. No atendimento inicial o paciente apresenta: FC = 190 bpm; FR = 60 irpm; pulsos finos; perfusão periférica de 6 segundos; PA = 53 x 37 mmHg. Foi feita a permeabilização de vias aéreas, ofertado oxigênio adequadamente e feito ao todo 80 ml/kg de soro fisiológico e feito antibiótico. Após as medidas iniciais a pressão arterial aferida é 60 x 42 mmHg, a FC = 170 bpm, com fígado rebaixado (6 cm RCD) à palpação. A melhor conduta a se tomar neste momento e a justificativa é:

Alternativas

  1. A) Iniciar noradrenalina pois trata-se de um choque séptico quente.
  2. B) Fazer mais 40 ml/kg de soro fisiológico pois a volemia ainda não está adequada.
  3. C) Hidrocortisona na dose de 100 mg/m² pois caracteriza um choque refratário.
  4. D) Iniciar dopamina pois trata-se de um choque séptico descompensado.

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