Choque Séptico Pediátrico: Manejo de Drogas Vasoativas

Santa Casa de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2026

Enunciado

Lactente, sexo masculino, com 8 meses de idade é admitido no pronto socorro com quadro de febre há 24 horas e letargia progressiva. Ao exame físico inicial, apresenta pulsos finos, extremidades frias e marmóreas, Tempo de ENCHIMENTO CAPILAR (TEC) de 4 segundos e débito urinário (< 1 mL/kg/h). Após receber 40 mL/kg de solução balanceada isotônica em 30 minutos, permanece sonolenta e apresenta PA de 68x45 mmHg, com TEC > 3 segundos, pulsos finos e letargia. Considerando esse quadro clínico após a ressuscitação volêmica inicial, qual deve ser a medicação vasoativa de primeira escolha, de acordo com as recomendações mais recentes da Campanha de Sobrevivência à Sepse para Pediatria?

Alternativas

  1. A) Dopamina, devido à sua ação inotrópica e vasoativa em choque pediátrico.
  2. B) Dobutamina, devido à sua predominante ação inotrópica e cronotrópica, sendo mais indicada em quadros de choque cardiogênico.
  3. C) Epinefrina, pois o quadro clínico é compatível com choque com baixo débito cardíaco.
  4. D) Vasopressina, para adicionar efeito vasoconstritor em choque refratário a catecolaminas.
  5. E) Milrinone, para melhorar a contratilidade miocárdica e reduzir a pós-carga em choque vasodilatado.

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