Choque Séptico Pediátrico: Manejo do Choque Refratário
SUS-RR - Sistema Único de Saúde de Roraima — Prova 2016
Enunciado
Criança de 2 anos dá entrada no Pronto socorro com história de febre há 2 dias, tosse e dispneia. Ao ser examinada apresenta-se torporosa, taquicardica (FC=140bpm), taquipneica, (FR= 80 irpm) febril 39°C. O hemograma mostra leucopenia com plaquetopenia, acidose metabólica e SAtO2 90%. Diante deste quadro a melhor conduta na sala de emergência será:
Alternativas
A) Reposição de Oxigênio sob máscara.
B) Uso de agentes cardiovasculares na ausência de resposta a reposição volêmica ainda na sala de emergência.
C) Administração de pelo menos 20 ml/kg de solução isotônica rapidamente na primeira hora.
D) Verificação constante da perfusão periférica sendo parâmetro fundamental de melhora das condições hemodinâmicas.
E) Coleta de hemoculturas para posterior inicio da antibioticoterapia que deve ser iniciada dentro das primeiras 2 horas de tratamento.
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