Choque Séptico Pediátrico: Diagnóstico e Manejo Inicial

IHOA - Instituto e Hospital Oftalmológico de Anápolis (GO) — Prova 2020

Enunciado

Uma criança de 6 anos, de 20 kg, chega ao pronto atendimento com história de febre e lesões vesiculosas há 1 semana. A mãe relata que o estado geral da criança vem piorando progressivamente e que as lesões do couro cabeludo estão cada vez mais hiperemiadas e purulentas. Ao exame, encontra-se em mau estado geral e sonolenta, com FC = 130 bpm, FR = 42 irpm, PA = 72x40 mmHg, extremidades quentes, pulsos amplos e tempo de enchimento capilar de 1 segundo. Qual é a conduta inicial adequada?

Alternativas

  1. A) iniciar ceftriaxona 100 mg/kg, infundir SF 300 mL IV em 5 a 15 minutos e reavaliar
  2. B) acesso venoso ou intraósseo, infundir SF 300 mL IV em 5 a 15 minutos, reavaliar
  3. C) abrir as vias aéreas, incubar, iniciar ceftriaxona 100 mg/kg e iniciar dopamina na veia periférica
  4. D) abrir as vias aéreas, oferecer Q em máscara a 100%, infundir SF 400 mL em 5 a 15 minutos e reavaliar

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