Choque Séptico Pediátrico: Prioridades no Atendimento

INCA - Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (RJ) — Prova 2020

Enunciado

Você atende uma criança de 3 anos no pronto atendimento de um hospital terciário com a seguinte história: febre de início há 3 dias com piora nas últimas 24 horas, prostração e tosse produtiva. Ao exame a criança encontra-se taquipneica (FR: 60irpm), taquicárdica (FC: 180bpm), febril (tax: 39,8oC), prostrada e um pouco confusa, pulsos carotídeos finos, perfusão capilar periférica lentificada, murmúrio vesicular rude com crepitações difusas, ritmo cardíaco regular em 2 tempos, ausência de sopros, abdômen levemente distendido, fígado a cerca de 3cm do rebordo costal direito, saturação 91% em ar ambiente. É CORRETO afirmar que a prioridade no atendimento a essa criança é de:

Alternativas

  1. A) Oferecer oxigenoterapia por máscara, puncionar acesso venoso calibroso, realizar expansão volêmica 20ml/kg de solução fisiológica 0,9% e iniciar antibioticoterapia.
  2. B) Colher exames laboratoriais e somente após, iniciar antibioticoterapia em acesso venoso periférico.
  3. C) Puncionar acesso venoso e intubar a criança o mais rápido possível, iniciando ventilação mecânica.
  4. D) Iniciar hidratação venosa vigorosa após puncionar acesso venoso central, iniciando antibioticoterapia após a coleta de exames laboratoriais.

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