Choque Séptico Pediátrico: Manejo Inicial e Sinais de Alerta
Universidade de Rio Verde - Campus Rio Verde — Prova 2018
Enunciado
Escolar de nove anos deu entrada no pronto-atendimento com quadro de febre há 18 horas e "manchas roxas" em mebros inferiores há 03 horas. Exame físico: prostrado, febril, escala de coma de Glasgow, 14, SaO₂ 95%; FR: 30irpm, sem esforço respiratório, FC: 150bpm, PA: 85x60mmHg, perfusão capilar periférica: 3 segundos, pulsos periféricos finos; petéquias em membros inferiores e abdome. Considerando-se a principal hipótese diagnóstica, a conduta inicial deve incluir:
Alternativas
A) Manter vias aéreas pérvias, oferencer oxigênio, acesso venoso periférico, soroterapia de expansão 20ml/kg em duas horas e coleta de hemograma, coagulograma e PCR.
B) Manter vias aéreas pérvias, oferecer oxigênio, acesso venoso periférico, etapa rápida de soro fisiológico 20ml/Kg, atibioticoterapia venosa e coleta de hemograma, coagulograma e PCR.
C) Acesso venoso periférico, antitérmico venoso, coleta de hemograma, coagulograma e PCR.
D) Acesso venoso periférico, antitérmico venoso, soroterapia de manutenção 100ml/100cal, antibioticoterapia venosa, coleta de hemograma, coagulograma e PCR.
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