Choque Séptico: Ressuscitação Volêmica e Monitorização Hemodinâmica
UFU/HC - Hospital de Clínicas de Uberlândia (MG) — Prova 2017
Enunciado
Homem com quadro agudo de febre alta, mialgia, astenia, cefaleia e odinofagia por faringite não exsudativa. Após seis horas do início dos sintomas, evoluiu com sonolência, confusão mental, vômitos, hipotensão arterial, taquicardia, taquipneia e oligúria. Ao exame da pele: palidez, extremidades frias, acrocianose, tempo de enchimento capilar aumentado, petéquias e equimoses, predominantes em dorso e regiões posteriores dos membros, e presença de hemorragia exteriorizada pelas narinas e boca. Sobre a ressuscitação volêmica no caso, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
A) Administrar inicialmente cristaloides na dose de 30 ml/kg de peso corporal.
B) As soluções contendo albumina podem ser utilizadas em substituição aos cristaloides, caso quantidades substanciais destas sejam necessárias.
C) Iniciar vasopressores se houver hipotensão não responsiva à ressuscitação volêmica inicial, com o objetivo de manter a pressão arterial média "maior ou igual a" 65 mmHg.
D) É indispensável monitorizar e guiar a terapêutica de suporte hemodinâmico com a pressão venosa central e a saturação venosa central em todos os pacientes com choque séptico.
E) Se o lactato arterial inicialmente estiver elevado, deverá ser medido novamente em até seis horas da apresentação.
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