HOS/BOS - Hospital Oftalmológico de Sorocaba - Banco de Olhos (SP) — Prova 2022
Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela que apresenta as principais características do choque neurogênico.
Choque neurogênico → Hipotensão + Bradicardia + Vasodilatação periférica (pele quente).
O choque neurogênico resulta da perda do tônus simpático devido a uma lesão medular, levando à vasodilatação periférica e bradicardia, o que causa hipotensão refratária à reposição volêmica inicial.
O choque neurogênico é uma complicação grave de lesões da medula espinhal, tipicamente acima do nível de T6, resultando em disfunção do sistema nervoso autônomo. É crucial diferenciá-lo de outras formas de choque para um manejo adequado. A fisiopatologia envolve a perda do tônus simpático, que leva à vasodilatação arteriolar e venosa, causando acúmulo de sangue periférico e diminuição do retorno venoso. A bradicardia ocorre pela interrupção da inervação simpática cardíaca, deixando o parassimpático sem oposição. O tratamento inicial inclui reposição volêmica cautelosa para otimizar a pré-carga, seguida de vasopressores (como norepinefrina) para restaurar o tônus vascular e, se necessário, atropina para bradicardia sintomática. O prognóstico está diretamente ligado à extensão da lesão medular.
As principais características são hipotensão arterial (devido à vasodilatação), bradicardia (pela perda do tônus simpático cardíaco) e pele quente e seca (vasodilatação periférica).
O choque neurogênico ocorre devido à interrupção das vias simpáticas descendentes na medula espinhal (geralmente acima de T6), resultando em perda do tônus vasomotor e cardíaco, levando à vasodilatação e bradicardia.
No choque neurogênico, há bradicardia e pele quente/seca, enquanto no choque hipovolêmico, a resposta compensatória é taquicardia e pele fria/úmida. Ambos apresentam hipotensão.
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