Choque Hipovolêmico no Trauma: Classificação e Manejo ATLS

Universidade de Rio Verde - Campus Rio Verde — Prova 2021

Enunciado

Paciente de 23 anos, vítima de acidente automobilístico com evidências externas de trauma abdominal fechado. A avaliação inicial do trauma, paciente encontra-se com vias aéreas pérvias, FC: 125, FR: 30, PA: 80/50 mmHg, diurese de 20 ml/h, confuso, Glasgow 13, sem evidência de TCE, pulso fino e filiforme, perfusão distal diminuída. De acordo com ATLS 10º edição, classifique o grau de choque e a conduta mais adequada neste caso:

Alternativas

  1. A) Choque grau II, oxigênio, acesso venoso periférico, reposição de 1 litro de cristalóide aquecido, coleta laboratorial, monitorização, sondagem vesical de demora e tomografia de abdome com contraste endovenoso.
  2. B) Choque grau III, oxigênio, acesso venoso periférico, reposição de 2 litros de cristaloide aquecido, coleta laboratorial, monitorização, sondagem vesical de demora e tomografia de abdome com contraste endovenoso com urgência. 
  3. C) Choque grau IV, oxigênio, acesso venoso periférico, reposição de 2 litros de cristaloide aquecido, coleta laboratorial, monitorização, sondagem vesical de demora, iniciar hemotransfusão com sangue O-, plaquetas e plasma e indicar laparotomia de emergência.
  4. D) Choque grau III, oxigênio, acesso venoso periférico, reposição de 1 litro de cristalóide aquecido, coleta laboratorial, monitorização, sondagem vesical de demora, iniciar hemotransfusão com sangue O-, plaquetas e plasma, ácido tranexâmico e tomografia de abdome com contraste endovenoso se houver resposta às medidas iniciais.

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