Choque Hipovolêmico no Trauma: Manejo e Transfusão

SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2016

Enunciado

Um motociclista de 39 anos colidiu contra um carro. Atendido em pronto-socorro de hospital secundário, estava em coma (Glasgow 6), tendo sido imediatamente intubado. FC: 120 bpm; PA: 88 x 60 mmHg; saturação de O2: 99%. Depois de receber 2 litros de solução fisiológica aquecida, a pressão arterial passou para 115 x 65 mmHg e a frequência cardíaca para 100 bpm. O FAST (Focused Assessment Sonography in Trauma) é positivo. Solicita-se a transferência para um centro de maior complexidade que dispõe de recursos para o tratamento definitivo. No entanto, o paciente volta a ficar taquicárdico e a pressão arterial cai para 90 x 58 mmHg. Além de continuar a reanimação volêmica com cristaloide, é necessário:

Alternativas

  1. A) Insuflar um balão intra-aórtico, passado pela femoral.
  2. B) Transfundir sangue e manter a transferência.
  3. C) Fazer laparotomia de controle de danos e transferir logo depois.
  4. D) Tratar como choque neurogênico e acelerar a transferência.
  5. E) Passar cateter central e administrar drogas vasoativas, mantendo a transferência.

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