Choque Hemorrágico Pediátrico: Quando Transfundir Hemácias?
HSD - Hospital São Domingos (MA) — Prova 2018
Enunciado
As afirmações a seguir são verdadeiras, EXCETO:
Alternativas
A) São tipos de choque distributivo: choque séptico, choque anafilático e choque neurogênico.
B) A epinefrina IM ou epinefrina por autoinjetor é o agente mais importante para o tratamento da anafilaxia, podendo ser necessária uma segunda dose, 10 a 15 minutos após a primeira. Além disso, estão indicados: cristaloides isotônicos por bolus, salbutamol por via inalatória (se broncoespasmo presente), bloqueador H1 (difenidramina) e metilprednisolona.
C) Na anafilaxia que apresenta hipotensão refratária a epinefrina intramuscular e fluidos, está indicada a infusão de epinefrina, sendo frequentemente eficaz uma infusão de baixa dose (< 0,05 mcg/kg/min).
D) A administração de concentrado de hemácias deve ser indicada para crianças com choque hipovolêmico hemorrágico secundário a trauma somente se a criança permanecer com sinais de má perfusão após a infusão de 100 ml/kg de cristaloide isotônico.
E) Para qualquer lactente com fluxo sanguíneo pulmonar ou sistêmico dependente do canal arterial, o tratamento imediato com infusão contínua de prostaglandina E1 (PGE1) pode restaurar a patência do canal e salvar a vida.
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