SMS Foz do Iguaçu - Secretaria Municipal de Saúde (PR) — Prova 2024
Em relação aos os diversos tipos de choque, considere as descrições abaixo:I - Decorre de perdas líquidas do organismo causadas por vômitos e/ou diarreia, ou ainda sangramentos em crianças politraumatizadas.II - Ocorre predominantemente em lactentes, sobretudo os não amamentados ao seio materno e desnutridos.III - Os sinais clássicos de choque, como taquicardia, pulsos finos, diminuição da diurese e alteração no nível de consciência, estão presentes.IV - O choque é frio, com extremidades frias e pálidas, e perfusão periférica lentificada. Todas as descrições acima se referem ao choque:
Choque hipovolêmico pediátrico → perdas líquidas/sangue, extremidades frias, taquicardia, pulsos finos, ↓ diurese.
O choque hipovolêmico é a forma mais comum de choque em crianças, frequentemente causado por desidratação (vômitos/diarreia) ou hemorragia. Seus sinais clássicos refletem a hipoperfusão tecidual e a resposta compensatória do organismo.
O choque hipovolêmico é uma condição de emergência pediátrica caracterizada pela redução do volume intravascular efetivo, levando à perfusão tecidual inadequada. É a forma mais comum de choque em crianças, com alta morbimortalidade se não tratado prontamente. As causas incluem perdas gastrointestinais (vômitos, diarreia), hemorragias (trauma, cirurgia), perdas renais ou perdas para o terceiro espaço. O diagnóstico é clínico, com sinais como taquicardia, pulsos finos, tempo de enchimento capilar prolongado, extremidades frias e pálidas, oligúria e alteração do nível de consciência. O tratamento inicial consiste na rápida reposição volêmica com cristaloides isotônicos (soro fisiológico 0,9% ou Ringer Lactato), em bolus de 10-20 mL/kg, repetidos conforme a resposta clínica. A identificação e correção da causa subjacente são cruciais para a recuperação.
Os sinais cardinais incluem taquicardia, pulsos finos, tempo de enchimento capilar prolongado (>2 segundos), extremidades frias e pálidas, diminuição da diurese (oligúria) e alteração do nível de consciência.
A conduta inicial é a rápida reposição volêmica com cristaloides isotônicos (soro fisiológico 0,9% ou Ringer Lactato) em bolus de 10-20 mL/kg, repetidos conforme a resposta clínica, enquanto se busca identificar e tratar a causa subjacente.
No choque hipovolêmico, a causa é a perda de volume (desidratação, hemorragia) e geralmente não há foco infeccioso ou febre. No choque séptico, há evidência de infecção e pode haver febre ou hipotermia, com sinais de disfunção orgânica.
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