Choque Hipovolêmico Pediátrico: Diagnóstico e Manejo Inicial

HOB - Hospital Oftalmológico de Brasília (DF) — Prova 2015

Enunciado

Paciente de três anos previamente hígido chega à emergência com história de diarreia copiosa, vômitos e inabilidade em aceitar líquido. Tem FC = 172 bpm e PA = 92 x 70 mmHg. Está gelado e mosqueado, com pulsos finos. O tempo de enchimento capilar é muito lento e reage muito pouco durante a punção do acesso venoso. Após ressuscitação volêmica e algumas horas de terapia intravenosa, ele está apto a sentar e levantar e interage de forma adequada com a equipe. Em relação a este tipo de choque, podemos afirmar que:

Alternativas

  1. A) Trata-se de choque misto com componente hipovolêmico e distributivo, e a evolução após ressuscitação fluídica vigorosa costuma ser favorável. 
  2. B) Trata-se de choque hipovolêmico. Provavelmente a perda da volemia ultrapassou 20%, o que resultou em sinais clínicos mais evidentes de choque.
  3. C) Trata-se de choque séptico e apesar da melhora do estado clínico, a terapêutica com antibióticos de amplo espectro deve ser iniciada imediatamente.
  4. D) Trata-se de choque distributivo e os sinais clínicos são decorrentes de falha nos mecanismos de adaptação da pós-carga ao estado de hipovolemia. 
  5. E) Trata-se de choque séptico, a melhora deve ser considerada transitória e devemos iniciar drogas vasoativas.

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