Santa Casa de São José dos Campos (SP) — Prova 2023
Causado por uma diminuição crítica do volume intravascular. O retorno venoso (précarga) diminuído resulta em diminuição do preenchimento ventricular e redução do volume de ejeção. Se não for compensado por aumento da frequência cardíaca, o débito cardíaco diminui. São características de.
Choque hipovolêmico → ↓ volume intravascular, ↓ pré-carga, ↓ débito cardíaco.
O choque hipovolêmico é caracterizado pela perda crítica de volume intravascular, levando à redução do retorno venoso e, consequentemente, à diminuição do preenchimento ventricular e do volume de ejeção. Se a frequência cardíaca não compensar, o débito cardíaco cai, resultando em hipoperfusão tecidual.
O choque hipovolêmico é uma condição de emergência médica caracterizada por uma diminuição crítica do volume intravascular, levando à perfusão tecidual inadequada. É uma das formas mais comuns de choque e sua rápida identificação e manejo são cruciais para a sobrevida do paciente, sendo um tema recorrente em provas de residência. A fisiopatologia central envolve a redução do retorno venoso (pré-carga), que diminui o preenchimento ventricular e, consequentemente, o volume de ejeção. Se o coração não conseguir compensar essa queda com um aumento da frequência cardíaca, o débito cardíaco diminui, resultando em hipoperfusão sistêmica. As causas podem ser hemorrágicas (trauma, hemorragia gastrointestinal) ou não hemorrágicas (desidratação grave, queimaduras extensas). O tratamento visa restaurar o volume intravascular e controlar a causa subjacente. A reposição volêmica com cristaloides é a primeira linha de tratamento, guiada pela resposta clínica do paciente. O monitoramento hemodinâmico é fundamental para avaliar a eficácia da terapia e prevenir complicações.
Os principais sinais incluem taquicardia, hipotensão, pele fria e pegajosa, tempo de enchimento capilar prolongado, oligúria e alteração do estado mental, refletindo a hipoperfusão tecidual.
O choque hipovolêmico é causado por perda de volume intravascular, enquanto o choque cardiogênico resulta de falha da bomba cardíaca em manter o débito cardíaco adequado, apesar de um volume intravascular suficiente.
A conduta inicial envolve a reposição rápida de volume com cristaloides (ex: soro fisiológico 0,9%) e a identificação e controle da fonte da perda volêmica.
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