Choque Hemorrágico Pediátrico: Manejo e Intubação

Centro Universitário do Estado do Pará — Prova 2019

Enunciado

Menino de 10 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, chega ao Pronto-socorro referindo dor abdominal importante. Estava sentado no banco de trás, com cinto de segurança colocado de forma inadequada (apenas cinto abdominal). Ao exame: consciente, orientado t/e, descorado, hidratado limítrofe, taquipneico, sem sinais de desconforto respiratório. Pólo cefálico: sem alterações OF: ndnAp: MV +, sra; Fr: 42 ipmAC: BCNF, RCR 2t s/s. FC; 160 bpm; Pulsos periféricos finos e enchimento capilar de 4 segundos;PA: 78 x 48 mmhgABd: em tabua, doloroso a palpação superficial;SN: ECG 14Pupilas isocoricas e fotoreagentes. Diante do caso relatado acima, é correto afirmar que:

Alternativas

  1. A) pode-se considerar indicação de intubação orotraqueal em virtude de choque hemorrágico.
  2. B) A sequência rápida de intubação esta contraindicada no trauma pediátrico.
  3. C) no choque hemorrágico, após a terceira fase expansora com cristalóides, transfusão de plaquetas pode ser indicado.
  4. D) no trauma abdominal fechado com instabilidade hemodinâmica, não há necessidade de exames de imagem para elucidação diagnóstica, devendo o paciente ser levado ao centro cirúrgico para abordagem imediata.
  5. E) no trauma de tórax, em casos de pneumotórax aberto, deve-se ocluir totalmente o ferimento, até a avaliação cirúrgica.

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