HR Presidente Prudente - Hospital Regional de Presidente Prudente (SP) — Prova 2024
Um choque hemorrágico com perda volêmica estimada em 15 a 30%, aumento da frequência cardíaca, pressão arterial e frequência respiratória normais, bem como ausência de alteração de nível de consciência e volume urinário normal é classificado como
Choque hemorrágico leve (Classe II) = perda 15-30%, FC ↑, PA/FR normais, sem alteração de consciência.
A classificação do choque hemorrágico pelo ATLS baseia-se na perda volêmica estimada e nas respostas fisiológicas. Uma perda de 15 a 30% do volume sanguíneo, com taquicardia, mas pressão arterial e frequência respiratória ainda normais, e ausência de alteração do nível de consciência, caracteriza o choque Classe II (leve).
O choque hemorrágico é uma condição de emergência caracterizada pela perda aguda de volume sanguíneo, levando à perfusão tecidual inadequada e disfunção orgânica. A classificação do choque hemorrágico, conforme o Advanced Trauma Life Support (ATLS), é fundamental para guiar o manejo e a ressuscitação volêmica. A classificação divide o choque em quatro classes, baseando-se na perda volêmica estimada e nas respostas fisiológicas do paciente. A Classe I (perda <15%) apresenta poucos sintomas, enquanto a Classe II (perda de 15-30%) é marcada por taquicardia, mas com pressão arterial e frequência respiratória geralmente normais, e leve ansiedade. O reconhecimento precoce da classe do choque é crucial para iniciar a reposição volêmica adequada e prevenir a progressão para estágios mais graves. A avaliação contínua dos parâmetros vitais e do nível de consciência é essencial para monitorar a resposta ao tratamento e ajustar a conduta terapêutica.
Os principais parâmetros são a perda volêmica estimada, frequência cardíaca, pressão arterial, frequência respiratória, débito urinário e nível de consciência.
A Classe I (perda <15%) apresenta mínima alteração, geralmente apenas taquicardia leve. A Classe II (perda 15-30%) tem taquicardia mais evidente, mas PA e FR ainda normais, e débito urinário levemente diminuído.
Mecanismos compensatórios, como o aumento da frequência cardíaca e da resistência vascular periférica, atuam para manter a pressão arterial sistêmica, mesmo com uma perda volêmica significativa.
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