FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2023
Considerando os 4 tipos básicos de choque na Pediatria (hipovolêmico, cardiogênico, obstrutivo e distributivo), NÃO constitui subdivisão do choque distributivo o:
Choque distributivo → vasodilatação sistêmica; bradicárdico não é subtipo.
O choque distributivo é caracterizado por vasodilatação periférica e má distribuição do fluxo sanguíneo, incluindo choque séptico, anafilático e neurogênico. Choque bradicárdico refere-se a uma causa de baixo débito cardíaco, não a um tipo de choque distributivo.
O choque é uma síndrome clínica de má perfusão tecidual e oxigenação celular inadequada, crucial na pediatria devido à rápida progressão. A classificação em hipovolêmico, cardiogênico, obstrutivo e distributivo é fundamental para o diagnóstico e manejo. O choque distributivo, em particular, é caracterizado por vasodilatação sistêmica e má distribuição do fluxo sanguíneo, sendo o choque séptico a causa mais comum em crianças, seguido pelo anafilático e neurogênico. A fisiopatologia do choque distributivo envolve a liberação de mediadores inflamatórios ou disfunção autonômica, levando à perda do tônus vascular e à diminuição da resistência vascular sistêmica. O diagnóstico precoce é vital, baseando-se em sinais de perfusão inadequada como tempo de enchimento capilar prolongado, pulsos finos ou amplos, e alteração do estado mental. A diferenciação entre os tipos de choque é essencial para guiar a terapia. O tratamento do choque distributivo foca na reversão da causa subjacente, suporte hemodinâmico com fluidos e, frequentemente, vasopressores para restaurar o tônus vascular. É importante não confundir causas de baixo débito cardíaco, como a bradicardia severa, com os tipos fisiopatológicos de choque. A bradicardia pode levar a choque cardiogênico, mas não é um subtipo de choque distributivo.
Os principais subtipos de choque distributivo são o choque séptico, choque anafilático e choque neurogênico, todos caracterizados por vasodilatação sistêmica e má distribuição do fluxo sanguíneo.
A fisiopatologia comum envolve a vasodilatação periférica generalizada, que leva à má distribuição do fluxo sanguíneo e à inadequada perfusão tecidual, apesar de um volume intravascular normal ou aumentado.
O choque bradicárdico não é um tipo de choque distributivo porque a bradicardia severa causa baixo débito cardíaco por falha na bomba, sendo uma causa de choque cardiogênico ou obstrutivo, e não por vasodilatação.
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