HOB - Hospital Oftalmológico de Brasília (DF) — Prova 2023
Choque é a situação em que há inadequado fluxo de sangue e oxigênio para suprir a demanda metabólica. É sinal clínico de choque compensado:
Choque compensado → Pressão sistólica normal (mantida por mecanismos compensatórios como taquicardia e vasoconstrição).
No choque compensado, o organismo ativa mecanismos compensatórios (aumento da frequência cardíaca, vasoconstrição periférica) para manter a pressão arterial e a perfusão de órgãos vitais. A pressão sistólica pode permanecer normal ou até discretamente elevada, tornando o diagnóstico desafiador e exigindo atenção a outros sinais de hipoperfusão.
Choque é uma síndrome clínica caracterizada por um desequilíbrio entre a oferta e a demanda de oxigênio e nutrientes pelos tecidos, resultando em hipoperfusão tecidual e disfunção celular. O choque compensado é uma fase inicial onde o organismo ativa mecanismos fisiológicos para manter a perfusão de órgãos vitais, especialmente o cérebro e o coração, apesar da redução do débito cardíaco ou do volume intravascular. Os mecanismos compensatórios incluem o aumento da frequência cardíaca (taquicardia), aumento da contratilidade miocárdica, vasoconstrição periférica e ativação do sistema renina-angiotensina-aldosterona. Esses mecanismos visam manter a pressão arterial sistêmica, de modo que a pressão sistólica pode permanecer normal ou até discretamente elevada nesta fase. Por isso, a ausência de hipotensão não exclui o diagnóstico de choque. A identificação do choque compensado é crucial para uma intervenção precoce e para evitar a progressão para o choque descompensado. Sinais como taquicardia persistente, tempo de enchimento capilar prolongado (>2 segundos), pulsos periféricos fracos ou filiformes, extremidades frias, pele marmórea, oligúria e alteração sutil do nível de consciência (irritabilidade, letargia) são indicadores importantes de hipoperfusão tecidual, mesmo com pressão sistólica normal.
Os principais mecanismos compensatórios incluem o aumento da frequência cardíaca (taquicardia), aumento da contratilidade miocárdica, vasoconstrição periférica e ativação do sistema renina-angiotensina-aldosterona.
A pressão sistólica é mantida normal devido à ativação de mecanismos compensatórios, como a taquicardia e a vasoconstrição sistêmica, que buscam preservar o fluxo sanguíneo para órgãos vitais, mesmo com a redução do volume circulante ou da função cardíaca.
Outros sinais incluem taquicardia, tempo de enchimento capilar prolongado (>2 segundos), pulsos periféricos fracos, extremidades frias, pele marmórea, oligúria, alteração do nível de consciência e taquipneia.
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