Unimed-Rio - Cooperativa de Trabalho Médico (RJ) — Prova 2019
ASSINALE abaixo a opção com todos os sinais de choque?
Choque = Hipotensão + Taquicardia + Alteração estado mental + Sinais de hipoperfusão (diaforese, oligúria, TPC > 2s).
O choque é uma síndrome de hipoperfusão tecidual generalizada, resultando em desequilíbrio entre oferta e demanda de oxigênio. Seus sinais clínicos refletem a ativação de mecanismos compensatórios e a falha na perfusão de órgãos vitais, incluindo hipotensão, taquicardia, alteração do estado mental e sinais de má perfusão periférica.
O choque é uma condição de risco de vida caracterizada pela falha do sistema circulatório em fornecer oxigênio e nutrientes adequados aos tecidos, resultando em disfunção celular e, eventualmente, falência de órgãos. É uma emergência médica que exige reconhecimento e intervenção imediatos. A prevalência é alta em ambientes de terapia intensiva e emergência, e o prognóstico depende da causa subjacente e da rapidez do tratamento. A fisiopatologia do choque envolve um desequilíbrio entre a oferta e a demanda de oxigênio nos tecidos. Os sinais clínicos refletem a tentativa do corpo de compensar a hipoperfusão (taquicardia, vasoconstrição periférica, diaforese) e a disfunção de órgãos vitais devido à falta de oxigênio (alteração do estado mental, oligúria, hipotensão). É crucial entender que a hipotensão pode ser um sinal tardio, especialmente em pacientes jovens com boa reserva fisiológica. Portanto, a avaliação deve incluir outros indicadores de má perfusão, como tempo de enchimento capilar prolongado e lactato sérico elevado. O tratamento do choque é multifacetado e visa restaurar a perfusão tecidual e corrigir a causa subjacente. Isso geralmente envolve a administração de fluidos intravenosos, vasopressores, suporte ventilatório e tratamento específico para a etiologia (ex: antibióticos para choque séptico, revascularização para choque cardiogênico). O monitoramento contínuo dos parâmetros hemodinâmicos e da resposta clínica é essencial para guiar a terapia e melhorar o prognóstico.
Os sinais de choque resultam da ativação do sistema nervoso simpático (taquicardia, vasoconstrição periférica, diaforese) e da hipoperfusão de órgãos vitais (alteração do estado mental, oligúria, hipotensão).
Em pacientes jovens e saudáveis, os mecanismos compensatórios (aumento da frequência cardíaca e vasoconstrição) podem manter a pressão arterial por mais tempo, mascarando a hipoperfusão tecidual inicial.
Os principais tipos são hipovolêmico (perda de volume), cardiogênico (falha da bomba cardíaca), distributivo (vasodilatação, ex: séptico, anafilático) e obstrutivo (obstrução ao fluxo sanguíneo).
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