Choque Anafilático: Manejo de Emergência e Tratamento com Adrenalina

UEL - Hospital Universitário de Londrina (PR) — Prova 2016

Enunciado

Adolescente, 16 anos de idade, sexo masculino, é trazido rapidamente ao pronto- socorro por amigos, com história de ter “passado mal” cerca de 30 minutos após receber múltiplas picadas de inseto (abelha) durante uma pescaria. Ao exame, estava em MEG, afebril, taquidispneico (frequência respiratória = 36 irpm), com pressão arterial = 64/36 mmHg, com frequência cardíaca = 144 bpm e com cianose de extremidades. Observavam-se lesões urticariformes disseminadas em membros e tronco e angioedema de lábios e pálpebras. À ausculta pulmonar, apresentava estridor. Negava história prévia de reações alérgicas, rinite ou dermatite atópica. Sobre o quadro apresentado, considere as afirmativas a seguir.I. A ausência de história prévia de atopia torna muito improvável o diagnóstico de choque anafilático.II. Os glicocorticoides são o principal tratamento e devem ser administrados o mais precocemente possível.III. Deve ser administrada adrenalina, preferencialmente por via intramuscular ou endovenosa.IV. Glucagon é uma opção nos casos não responsivos à adrenalina ou com uso prévio de betabloqueadores. Assinale a alternativa correta.

Alternativas

  1. A) Somente as afirmativas I e II são corretas.
  2. B) Somente as afirmativas I e IV são corretas.
  3. C) Somente as afirmativas III e IV são corretas.
  4. D) Somente as afirmativas I, II e III são corretas.
  5. E) Somente as afirmativas II, III e IV são corretas.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo